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Category about Oracle Exadata. List of posts.

Oracle e MAA – Artigo VI – Failover Broker

Neste artigo vamos ver como fazer um failover e reinstate em um ambiente que temos o Broker configurado. Se você está acompanhando a série de artigos até verá que já passamos por failover manual, resintate, switchover (todos manuais e sem Broker) e no último nós configuramos o Broker.

De qualquer forma, ainda não chegamos a um ambiente ideal de Oracle MAA (Maximum Availability Architecture) com DataGuard e Oracle RAC. Até o momento não foi configurado o Fast-Start Failover e em caso de falha, mesmo com o Broker, ainda precisamos de intervenção manual em caso de falha no ambiente.

SEXTO ARTIGO

Neste artigo vamos ver como proceder em caso de falha do ambiente quando estamos com o Broker, vamos ver como realizar o failover e reinstate através do Broker. Como disse acima, ainda não estamos com o ambiente de MAA finalizado, mas isso não impede que ocorra uma falha e você tenha que interferir.

Acredito que já tenha ficado claro através da séria sobre MAA que muitos passos não são aplicados em um ambiente real na mesma sequência que a apresentada na série, você não vai fazer um failover só para testar o Broker – você já configura tudo sem precisar “restaurar” o ambiente. Através dos artigos cobrimos os diversos pontos que envolvem um ambiente MAA, você tem que estar preparado para agir mesmo quer o seu ambiente não esteja completamente configurado. Você vai dizer para o seu gerente que não pode realizar um failover porque não tem o Broker configurado?

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Oracle e MAA – Artigo I

Este artigo é o primeiro de uma série sobre Maximum Availability Architecture (MAA), com os passos, dicas e afins para configurar e manter um ambiente deste porte. No final da série teremos um ambiente com Oracle RAC tanto no primary quanto no standby. Ambos sincronizados com Data Guard (DG) rodando em alta disponibilidade.

Não é a intenção aqui mostrar com configurar um ambiente RAC, já partirei de um ambiente com o RAC instalado e um banco rodando. Utilizarei o Oracle 11GR2 versão 11.2.0.3, já que a intenção também é mostrar como atualizar um ambiente em DG. Além disso, tentarei cobrir alguns pontos como “real-time apply” e criação do banco standby usando Media Management Layer (MML).

Tentarei ser o mais didático e claro possível e caso tenha alguma dúvida, pergunte. Todos os comandos que executei estarão no artigo. Infelizmente este primeiro artigo será extenso (muito) e cheio de detalhes técnicos, não tem como montar um ambiente assim de forma rápida e sem os diversos detalhes envolvidos. Infelizmente não existe um guia rápido de 10 passos para MAA com RAC, isso não existe. Você verá aqui um guia detalhado do início ao fim sobre como configurar MAA com RAC em ambos os lados.

Provavelmente alguns passos utilizados aqui para a configuração do ambiente podem ser mais simples na prática. Espero no final cobrir boa parte de um ambiente DG e MAA: switchover, failover, reisntate, broker, observer e afins.

Uma configuração como esta seria a aplicada em um ambiente Exadata que necessita de alta disponibilidade. Você teria que configurar MAA com DG entre dois Exadatas, como é RAC seria um DG sobre RAC.

PRIMEIRO ARTIGO

Neste primeiro artigo iremos configurar um ambiente DG em dois sites, somente o banco será replicado. Neste artigo não iremos ver a configuração do Broker nem failover, switchover e reinstate; isso ficará para próximos artigos.

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Role Separation e ORA-600 [kfdskAlloc0]

Um post rápido sobre um problema recorrente, mas que pode ajudar alguém. Como DBA você está preocupado em seguir as recomendações e melhores práticas e instala um banco de dados com “role separation”. Usuários separados, um para o Grid e um para o Oracle, mas no final das contas recebe um belo ORA-600.

No ambiente descrito aqui temos um banco de dados Oracle 11.2.0.4 instalado em um Oracle Enterprise Linux 6.5 x64 com usuários específicos para o Grid e outro para o Oracle. De qualquer forma esse erro também já ocorreu em um Exadata e em RAC, e já vi em outras versões.

Você segue o ritual e instala o Grid com sucesso, inicia a instância do ASM e instala o Oracle (com o usuário oracle). Mas ao tentar restaurar um backup ou chamar o “dbca” você recebe um “ORA-00600: internal error code, arguments: [kfdskAlloc0]”. Vou tentar exemplificar e mostrar a solução.

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Exadata X4 – Parte II

O lançamento do Exadata X4 trouxe muitas mudanças, principalmente nos Storage Servers. Como disse no outro post as mudanças dos Storage Servers precisam ser detalhadas com mais cuidado, ler nas entre linhas e notas de rodapé. Infelizmente este é um artigo extenso e cheio de detalhes técnicos, mas garanto que a leitura vale o tempo investido.

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Exadata X4 – Parte I

No final do ano passado a Oracle anunciou o Exadata X4, nada mais justo do que uma análise um pouco mais detalhada sobre ele. Sinceramente, acredito que esta tenha sido a maior mudança na família Exadata desde o lançamento da versão V2. As mudanças do X4 são significativas, coisas bem interessantes foram alteradas pela Oracle (alterações boas e más).

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Webinar Exadata SIG – Gerenciamento de Recursos

No dia 31/07/2013 apresentei o 2º Webinar do Exadata SIG, este sobre gerenciamento de recursos em um ambiente Oracle. O Webinar cobriu diversos assuntos, incluindo Resource Manager, IORM, Instance Caging e algumas dicas sobre o gerenciamento do Exadata.

A principal idéia que tentei passar no Webinar é que usando o Exadata podemos administrar e gerenciar todos os recursos do ambiente. Podemos gerenciar as conexões através do uso de services do Oracle RAC, número de CPU disponíveis através o instance caging, divisão do CPU através do Resource manager, e gerenciamento do IO através do IORM. O importante é a integração que o Exadta permite.

Claro que não é só o Exadata que pode tirar proveito destas funcionalidades, um Oracle em um ambiente tradicional também pode se beneficiar de algumas delas. A única restrição é em relação ao IORM. Caso você queira ler mais sobre o IORM pode ler alguns posts que fiz sobre ele aqui no site (aqui, aqui e aqui).

O link para download do Webninar é este (Webinar-Gerenciamento-de-Recursos) . Ele está em formato PDF, os arquivos externos que estão na apresentação estão aqui (Anexos-Webinar-Exadata) em formato ZIP.

Caso queira saber mais sobre o Exadata SIG, você pode visitar a página do GUOB e clicar na aba “GUOB Exadata SIG”.

Oracle e Hugepages

Em diversos artigos no MOS encontramos informações importantes resumidas a uma simples nota de rodapé ou a uma única linha no meio do texto. Geralmente isso nos leva a pesquisar mais, nos aprofundar no assunto. Foi isso que aconteceu quando estava começando a trabalhar com o Exadata em 2010. Eu estava garimpando algumas notas no MOS atrás de informações sobre o uso do Exadata com OLTP e encontrei uma breve referência ao uso de Hugepages.

Estava lendo a nota MOS# 1067520.1 (que é uma das principais notas sobre desempenho para o Exadata) e lá estava a seguinte informação: “Hugepages should be used, as this reduces the page table size and also reduces process startup time. Review  MOS Note 361323.1 and Note 401749.1 for details on hugepages”.

Era uma informação literalmente solta no meio do texto e achei melhor investigar. A nota MOS# 361323.1 tinha o sugestivo nome de “HugePages on Linux: What It Is… and What It Is Not…” e era uma ótima introdução ao que é Hugepages. Já tinha ouvido sobre Hugepages e Oracle, mas isso era para Oracle 9 em ambientes 32 bits com mais de 4GB de memória.

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Exadata X3

Na Oracle Open World San Francisco 2012 ocorreu o lançamento do Exadata X3, estive acompanhando durante estes dias as novidades e fiz um resumo do que podemos encontrar nesta nova versão. Infelizmente não tive a mesma sorte que o Rodrigo Almeida  e o Vinicius que estiveram presentes no evento em São Francisco, mas os documentos liberados pela Oracle estão cheios de informação.

Primeiramente, não podemos pensar no Exadata X3 somente como uma atualização de hardware, ocorreram mudanças significativas no software também. Então, além de um hardware novo temos um software atualizado no Exadata X3.

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Atualizando o Exadata – DBNODE

Diferentemente da atualização do storage node a do dbnode é mais complexa e não existe nada semelhante ao patchmgr para ajudar, é tudo feito através do passo a passo e manualmente. Prepare-se para um post extenso, com muita informação e com diversos logs de comandos executados. Tentei não poupar informações dos comandos executados para poder compartilhar o máximo, qualquer dúvida é só perguntar. Tudo o que está descrito aqui ocorreu a uns dois meses atrás durante a atualização do Exadata que executei.

Cabe resaltar que na versão 11.2.3.1.0 ocorreram grandes mudanças na forma como dbnode é atualizado. Na realidade esta versão é um divisor de águas no método de atualização. O primeiro local onde isso é citado é na nota 888828.1, que informa que o minimal pack foi descontinuado. O minimal pack era um arquivo que continha todos os pacotes dos aplicativos e bibliotecas do Linux e o kernel do dbnode a serem atualizado.

A partir da 11.2.3.1.0 a atualização passa a ser através da Unbreakable Linux Network (ULN), onde estão disponíveis todos os pacotes e repositórios da Oracle para Linux. Desta forma, você precisa criar um servidor que será um mirror de alguns dos canais disponíveis na ULN. Complicou não é? Calma que isso é só o começo.

Com base no readme do patch 13998727 (versão 11.2.3.1.1) somos informados que o método para criar este mirror está descrito no patch 13741363. Com base no readme deste patch somos apresentados aos requisitos e passos necessários para criar o mirror. A este método chamamos de One-Time Setup, servindo como preparação para a atualização do dbnode.

Infelizmente a documentação começa a ficar confusa neste ponto, se você observar no readme do patch para 11.2.3.1.1 você irá ver que os passos listados no passo 6 parecem incompletos. Na realidade eles estão, pois o passo 1 leva a ao One-Time que deve estar concluído e os outros remetem a passos de outra nota onde você deve trocar algumas informações para prosseguir. Bem complicado e suscetível a falhas, é importante saber ler nas entrelinhas.

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Atualizando o Exadata – Storage Node

Um dos pontos que sempre perguntam sobre o Exadata é sobre a sua atualização, como ela é ou pode ser atualizado? Como o seu storage é atualizado? Realmente, e sendo franco, a sua atualização não é uma das mais simples no universo Oracle.

Simplificando, a sua atualização pode ser dividida em duas partes, a primeira é a atualização do software Exadata que roda nos storage nodes. A segunda parte é a atualização dos dbnodes, e esta última pode levar a mais algumas.

Desta forma, dividirei este post em dois. Primeiro falando da atualização dos storage nodes. E um segundo post falando da atualização dos dbnodes.

Antes de começar a falar sobre a atualização em si é importante saber onde você está indo. Traçar um mapa do que deve ser feito, dos passos importantes que serão tomados, das notas do Metalink com as informações importantes e dos contatos necessários.

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